Das mulheres que jamais tive, guardo lembranças.Guio minhas memorias para ver o que seria quando nossas peles se tocavam, como minhas mãos deslizavam por seus por seus corpos,as sensações de como era intenso e selvagem ou de como era doce e romântico.
Das mulheres que jamais tive lembro com tesão das que vinham pedindo meu corpo com força, tapas, mordidas e arranhões. Entre as que eu não tive existiram as que vinham como um sonho de carinho e afago, sorrisos e beijos doces.
Das mulheres que não tive tenho um pedaço em mim fragmentos de uma noite ou de varias.. de dias de caminhada sentindo o sol, de noites enluaradas vislumbrando silhuetas de corpos suados em meio as avalanches que são dois corpos tomados de desejo.
As mulheres que não tive...Lembro de algumas seja pelo tesão, de outras pela simples companhia, mulheres loucas apaixonadas, ou apenas mulheres que de alguma forma me despertaram pra algo.
Das muitas mulheres que não tive tenho vontade de algumas reencontrar, outras nem faço questão de lembrar, mas acabo por telas em algum lugar de minha mente e de outras levo o eterno prazer de ter encontrado, aquelas que me despertaram o tesão e o amor as que de alguma forma chegaram mais perto.
Mas sobre tudo o que tenho pra dizer das mulheres que jamais tive é que elas também nunca me tiveram por completo.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
quarta-feira, 12 de março de 2014
Um coração vira lata.
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Agora percebo como sou, o amar para mim é muito além dessa concepção que se tem que se ama para sempre e sempre estará junto, as vezes amamos mas não devemos estar perto, amor é algo para se sentir, aprender e viver.
Nunca esqueci de nenhuma das pessoas a quem disse "te amo" pois sim eu as amei, é verdade amei e continuo amando, amar é verbo que não se conjuga no passado.
Unica ressalva que faço é que algumas situações nos exigem ir para longe, deixar a pessoa amada ir por outro caminho levando consigo a certeza de que é amada por onde quer que vá.
E em meio a tantas duvidas e desventuras podemos dizer que amamos de varias formas, vivemos o que nos é dado superamos e nos preparamos para amar mais e mais.
Lentamente aprendemos que os amores que vivemos continuam vivos em algum lugar de nossa existência, terrena e provavelmente em nossa essência divina.
Logico que devo admitir, que isso é uma bela desculpa para meu coração vira-lata que se apaixona facilmente, que bate mais forte quando encontro alguém especial, de humor apurado, de sorriso fácil e com olhos que podem me ler de longe.
Ainda assim isso não significa que não amo a todas essas pessoas, talvez apenas signifique que nenhuma delas me deu motivos para ficar... enquanto não acho os motivos para ficar crio meus pôneis e os deixo vagar pela imensidão dos meus sonhos.
segunda-feira, 3 de março de 2014
Inspiração da noite...
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Hoje me via bailando só por minha sala, quantas vezes dancei acompanhado e não fui to feliz como hoje. Pois hoje tenho certeza que essa solidão é passageira, mais uma parte de minha vida tão cheia de coisas, pessoas, sonhos e realidades.
Somos solitário vagando no infinito, mas também uma parte procurando outras para que nunca mais sejamos sós.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Meu Mundo
Detesto quando fico assim querendo escrever sobre algo e não consigo, quero tanto dizer como foi bom o fim de semana em que chorei e ri, onde fiz loucura, que me senti preocupado e reavaliei o que sentia.
Procurar uma palavra mais bela pra dizer como me senti grato por reencontrar uma amiga e de resolver maus entendidos, sentimentos falhos, de assumir que minhas expectativas minhas culpas. Como escrever deste misto de sentimentos que vai da euforia a tristeza com nuances de nostalgia. O grito da alegria de receber novas pessoas em minha vida, novos seres que compartilham afinidades, abraçar velhos companheiros e disser como eu os amo.
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É frustrante pra mim não achar o texto certo com palavras belas pra dizer daquele beijo que acontece meio que sem querer e ainda mais dizer como ele foi bom.
A vida de quem escreve nem sempre é fácil as vezes existem sentimentos de mais e palavras de menos para poder dizer , expressar, mostra ao mundo que meu mundo é só mais um. Mas é meu e acho ele lindo por todos que nele vivem.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Gigante

Navegar por minha mente é perigoso tem armadilhas planos fabulosos de dominação mundial, de crimes perfeitos de fugas "bondnianas" e tem o simples o belo, a chuva caindo em fim de tarde aliviando o calor e lavando a alma, tem a fúria que despedaça quem ousar atiça-la, tem o amor, o carinho e o respeito pra quem merece.
Sou ser de faces mil, fugar e culto, triste e alegre, sonhador e realista, chato e bobo... Sou o tudo sou nada sou gente grande tentando viver com o olhar de criança.
Não consigo me definir pois ao definir me definho em ser o que jamais quis ser, sou metamorfose alimento-me do novo da aventura e da desventura.
Quero meu coração acelerado por uma nova paixão um novo amor, me reinvento em meio as crises existenciais mais banais, me vejo serio com dilemas éticos e morais. Me sinto vivo em quanto me questiono se estou certo e se acho que estou vou e faço algo errado só pra tirar a prova. Sou louco com meus sonhos de normalidade e fútil com o meu ar de grandeza.
No fim sou um apanhado de ideias sem cor sem cheiro pequeno mas que grita, e grita alto,
tão alto que parece vir de um gigante meio rouco e completamente louco.
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Vento
O vento abre caminho em meio as nuvens para mostrar as estrelas do céu, com ruido rouco vento louco que tem que trazer a beleza da luz.
As trevas embebedaram meu corpo não deixando ver o que a tanto tempo ficou para trás ou a frente, já não sei mais em qual direção eu olho, ficou tudo tão escuro que nada mais sei. As únicas certezas vem da falta de certeza, de um sentimento fatiado por inúmeras ilusões e pelas prisões.
Um único fio de luz abre caminho por entre as trevas e me mostra a imensidão da da noite e a fragilidade das trevas, um pequeno rio de luz dissipa a escuridão vai brilhando levando as trevas trazendo em si a força da vida, do alimentado ser de luz preso em carne humana. Encontro um ser que dentro de mim sempre esteve vagando por ilusões de prisões humanas terrenas e disformes, a luz brota de dentro explode com força e atinge o céu, e o vento dança de alegria abrindo caminho por entre as nuvens deixado as belas luzes se encontrarem. A união do céu e da alma presa em carne, junção do ser com o todo, da conciencia com o infinito do meu infinito e das trevas nada mais resta alem de uma lembrança tola e fugaz de quando bobo não vi a força da minha luz.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Novembro, Dezembro e Janeiro.
Em Novembro eu sonhei, diante de tanta coisa de tanta dor eu sonhei... Esse mês me fez sonhar estava tão desesperado por encontrar meu Eros e fugir do Thanatos que nem me dei conta do quanto sonhei. Projetei minhas esperanças em algo tão disforme e doente que nem reparei que o quanto machucado de verdade estava, fugi para um sonho e me entreguei a ele, e num leve despertar procurei outros e outros. Em Novembro eu sonhei.
Dezembro me deixei levar pela loucura de não ser apenas sentir, ver o mundo como se não existisse um novo dia, dancei na sala vazia com meus desejos e meus sonhos, olhei minha vida como se fosse apenas mais um filme francês perdido na prateleira empoeirada de uma locadora abandonada onde seus personagens apenas viviam num curto espaço de tempo, destinados ao esquecimento. Em Dezembro meus olhos vislumbraram o infinito de sentimentos, amor raiva, desejo, tudo misturado e entregue as coisas passageiras. Me entreguei a um sonho novamente mas por puro desejo de que fosse verdade. Já que não importava mais se era apenas um sonho, era a loucura de viver do lado de fora que importava, só isso nada mais. Em Dezembro vaguei pelo lado da loucura...
Janeiro chegou, o despertar completo da viajem sem limites, o fim do sonho louco, e das noites de frio. Pois é fria a solidão de achar que tem algo que nunca foi seu.
Os gritos de uma alma amiga me fizeram despertar e perceber o quanto de mim tinha perdido e o quanto a loucura me levou, amar é verbo que não se conjuga só. Dura lição aprendida no despertar.
Em Janeiro eu acordei, e descobri que o bom de sonhos e loucuras ilusórias é que elas se apagam e caem no esquecimento, na alma só fica a experiencia.
Dezembro me deixei levar pela loucura de não ser apenas sentir, ver o mundo como se não existisse um novo dia, dancei na sala vazia com meus desejos e meus sonhos, olhei minha vida como se fosse apenas mais um filme francês perdido na prateleira empoeirada de uma locadora abandonada onde seus personagens apenas viviam num curto espaço de tempo, destinados ao esquecimento. Em Dezembro meus olhos vislumbraram o infinito de sentimentos, amor raiva, desejo, tudo misturado e entregue as coisas passageiras. Me entreguei a um sonho novamente mas por puro desejo de que fosse verdade. Já que não importava mais se era apenas um sonho, era a loucura de viver do lado de fora que importava, só isso nada mais. Em Dezembro vaguei pelo lado da loucura...
Janeiro chegou, o despertar completo da viajem sem limites, o fim do sonho louco, e das noites de frio. Pois é fria a solidão de achar que tem algo que nunca foi seu.
Os gritos de uma alma amiga me fizeram despertar e perceber o quanto de mim tinha perdido e o quanto a loucura me levou, amar é verbo que não se conjuga só. Dura lição aprendida no despertar.
Em Janeiro eu acordei, e descobri que o bom de sonhos e loucuras ilusórias é que elas se apagam e caem no esquecimento, na alma só fica a experiencia.
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